Sobre
Uma casa de software que também é casa de produto
Construímos sistemas para clientes e operamos SaaS próprios. Uma coisa alimenta a outra: sustentar produto em produção ensina o que consultoria sozinha não ensina.
A CriadorWEB nasceu prestando serviço e, ao longo do caminho, virou também casa de produto. Hoje as duas coisas convivem: construímos sistemas sob medida para clientes e operamos SaaS próprios em produção.
Isso não é diversificação — é método. Sustentar produto próprio ensina o que consultoria sozinha não ensina. Quem só entrega projeto e vai embora nunca descobre o que quebra no terceiro ano, como um dado migrado envelhece, ou quanto custa uma decisão de arquitetura tomada às pressas. Nós descobrimos, porque somos nós que atendemos o suporte.
Trabalhamos com setores onde errar é caro: saneamento, provedores de internet e obrigações trabalhistas. São áreas onde o software precisa estar certo perante um regulador, não só perante o usuário — e onde compliance é requisito de entrada, não item de backlog.
Nossa régua é simples: o sistema precisa continuar funcionando depois que a gente sai, e outra pessoa precisa conseguir manter o código. Por isso registramos decisão técnica, evitamos configuração hardcoded e automatizamos o deploy. Não é purismo: é o que faz o projeto sobreviver à troca de quem cuida dele.
Isso não é diversificação — é método. Sustentar produto próprio ensina o que consultoria sozinha não ensina. Quem só entrega projeto e vai embora nunca descobre o que quebra no terceiro ano, como um dado migrado envelhece, ou quanto custa uma decisão de arquitetura tomada às pressas. Nós descobrimos, porque somos nós que atendemos o suporte.
Trabalhamos com setores onde errar é caro: saneamento, provedores de internet e obrigações trabalhistas. São áreas onde o software precisa estar certo perante um regulador, não só perante o usuário — e onde compliance é requisito de entrada, não item de backlog.
Nossa régua é simples: o sistema precisa continuar funcionando depois que a gente sai, e outra pessoa precisa conseguir manter o código. Por isso registramos decisão técnica, evitamos configuração hardcoded e automatizamos o deploy. Não é purismo: é o que faz o projeto sobreviver à troca de quem cuida dele.
No que acreditamos
- Código que outra pessoa consegue manter depois.
- Decisão técnica registrada — nada de "foi assim porque sim".
- Nada hardcoded: o que muda, muda por tela, não por deploy.
- Compliance é requisito, não item de backlog.
- O projeto não acaba na entrega.